{Diário de Viagem} Nosso roteiro de 4 dias em Santiago: dias 03 e 04

27 de janeiro de 2017

Oi!!! Os posts por aqui andam mega atrasados... Hoje finalmente a segunda parte do roteiro de Santigo!

Os dois primeiros dias do nosso roteiro de viagem em Santiago você já viu aqui, hoje seguimos com a segunda parte da viagem.

Dia 03 (Sexta-feira)

Começamos o dia super cedo para irmos às estações de esqui com a van que havíamos acertado no dia anterior. Saímos as 07 da manhã, fizemos toda aquela viagem de passar nos hotéis buscar outros passageiros (por isso não gosto de excursão e prefiro fazer tudo por conta própria).

Começamos a viagem e tivemos duas paradas antes de chegar ao Vale Nevado: primeiro, paramos para tomar café da manhã em um posto e na sequência paramos para alugar roupas na loja mais comum, no Km. 04. 

Chegamos no Vale Nevado pelas 10h30min, passeamos por lá, conhecemos tudo, tivemos nosso primeiro contato com a neve, ficamos admirando a paisagem, os esquiadores e uma das coisas mais fofas que eu já vi: crianças bem pequenas esquiando vestindo fantasias de monstrinhos.
Ficamos umas 2 horas por lá e logo seguimos para uma região de neve fora dos centros de esqui onde as excursões param para que os visitantes tenham um contato mais livre com a neve. Ficamos uma hora ali, é onde as famílias mais se divertem, jogando bolas de neve, fazendo bonecos, rolando na neve...

Depois, seguimos para El Colorado, estação de esqui mais barata que o Vale Nevado e com mais opções para quem não quer esquiar, tem varias atividades alternativas, mas a dica é comprar os tickets das aquividades assim que chegar na estação.

Nós chegamos no Colorado e fomos para os restaurantes para almoçar, com vista para a cordilheira branquinha. É deslumbrante toda essa paisagem.



Acabamos ficando por ali e só fizemos um passeio nas cadeiras panorâmicas (R$50 por pessoa) para conhecer todo o lugar. Saímos às 16h30min, fizemos uma parada para devolver as roupas alugadas e seguimos para Santiago. 
Esquiar ou não? Como era nossa primeira vez e não teríamos muito tempo, optamos por conhecer e aproveitar nossa primeira experiência com a neve, por isso decidimos não esquiar e foi a melhor opção, pois o tempo lá é curto. Eu só esquiaria se tivesse um segundo dia disponível por lá ou fosse minha segunda vez no Vale Nevado.
Alugar roupas ou não? Minha ideia inicial, como não íamos esquiar, era não alugar, mas fomos convencidos pelas meninas que estavam com a gente na van de que até com a roupa adequada íamos nos molhar. Alugamos então calças e botas (o preço por peça é de cerca de R$80,00) e foi uma boa decisão.
Ah, vale dizer que nós optamos por esse passeio por mais de uma estação exatamente pela opção de não esquiar e apenas passear. Se você pretende praticar algum esporte na neve é melhor passar o dia todo no mesmo lugar!

Chegamos no hotel, deixamos a mochila que estávamos carregando e fomos ao mercado que ficava das quadras depois do hotel para comprar vinhos, cerveja, azeite de oliva... enfim, tudo que queríamos trazer para o Brasil.

Depois das compras, foi só o tempo de tomar banho e logo saímos para jantar no Pátio Bellavista, uma espécie de shopping aberto só de restaurantes. Segundo o motorista do Uber, é coisa de brasileiro. E ele estava certo, só brasileiros por lá, local super turistão e preços absurdos, mas vale conhecer e explorar o lugar que é uma delícia.

Comemos ceviche e tomamos drinks em um restaurante peruano, caminhamos bastante para conhecer tudo e voltamos para o hotel exaustos.

Dia 04 (Sábado)

Pela manhã arrumamos as malas, fizemos o check out e deixamos a bagagem no depósito do hotel para aproveitarmos o último dia. Não tínhamos um roteiro definido para o último dia, sempre deixamos esse dia aberto em viagens, com a intensão de repetir algum passeio, conhecer lugares que só descobrimos quando chegamos lá ou fazer um passeio que estava no roteiro mas deixamos de fazer.

Tomamos café da manhã no Castaño e começamos o passeio pelo Cerro Santa Lucia, seguimos ao Museu Nacional de Belas Artes. Ambos são gratuitos.

Ao sair do museu fomos pegar o metro para chegar no restaurante Ocean Pacific's, indicado pela guia que nos acompanhou no dia anterior. Ele é todo temático, simulando um navio e especializado em frutos do mar óbvio.


Olhando da rua, ele passa despercebido, com um paredão azul sem qualquer detalhe que chame atenção. Ao entrar, através de uma porta/escotilha, você já percebe o clima todo cheio de detalhes.

Depois do almoço fomos caminhando de volta ao centro da cidade para trocarmos algum dinheiro e nos deparamos com um desfile cultural no centro de Santiago.

Seguimos do centro para Pueblito los Dominicos, uma feira permanente de artesanato, com a intenção de comprar alguma lembrança tradicional do Chile, mas foi mais um lugar turistão, nada muito diferente ou tradicional, esperava muito mais.

Aproveitamos que estávamos ali para experimentar o mote com huesillos, uma bebida densa que leva trigo e um pêssego inteiro. Estranho e muito doce, mas não dá para deixar de provar.

De lá fomos ao shopping para comer alguma coisa rapidinho antes de voltar ao hotel para buscar as malas. Aqui uma dica importante: fique longe dos shoppings no final de semana. As filas eram quilométricas para tudo, especialmente na praça de alimentação.

Voltamos de metrô até o apart para pegarmos as malas e logo chamamos um Uber para nos levar ao aeroporto de Santiago e foi super tranquilo (tirando o medo do motorista por causa dos taxistas de lá... igualzinho no Brasil).

Espero que compartilhar nosso roteiro ajude você a organizar a sua viagem e não deixe de ver os outros posts que estão recheados de dicas sobre a cidade.

E logo, logo tem post com os preços de Santiago e o vídeo de compras! 

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Lista de compras (permanente) de viagem

7 de outubro de 2016

Depois que gravei o vídeo de comprinhas de Santiago (logo, logo ele está aqui), percebi como algumas coisas sempre se repetem nas minhas viagens e são constantes nas minhas listinhas de compras. Aliás, muitas coisas que eu precisarei na viagem acabo deixando de levar para comprar já no destino.

A gente sabe que no Brasil sofremos com preços absurdos por conta dos impostos e da alta procura de produtos que em outros locais não são tão visados. Por isso, uma viagem internacional é sempre oportunidade para estocar alguns produtinhos amados ou experimentar algo que você não tem coragem de comprar no Brasil.

Vamos à listinha!

Shampoo e condicionador

Eu nunca carrego esses itens na mala, deixo para comprar logo na chegada em um supermercado, pois preço costuma ser a metade do que custa no Brasil.
Geralmente aproveito para comprar pelo menos um par das linhas Frizz Ease e Blonde da John Frieda, que eu gosto bastante e tem em todo lugar, e se encontrar alguma outra linha ou marca interessante trago também.
Ah, só para exemplificar, a linha Frizz Ease geralmente custa fora do Brasil pelo menos a metade do preço cobrado aqui.

Lenços demaquilantes

Os mesmos lencinhos que aqui custam na faixa de R$25 por aqui, eu sempre comprei em viagens pagando entre R$8 e R$10, então não levo na mala demaquilante na mala e compro lencinhos já no primeiro dia. Gosto de comprar os lenços da Nivea ou da L'oreal, que pra mim são ótimos.

Dermocosméticos

Esses produtinhos, que aqui no Brasil são super caros, tem preço bem amigo no exterior. Nivea, Neutrogena, L'oreal, La Roche-Posay, Clinique... a marca você escolhe, mas não deixe de comprar produtos para a pele porque além de serem um bom investimento, os preços compensarão!
Os meus preferidos são os demaquilantes (marca e tipo depende do valor e do que fico com vontade de testar no dia) e a linha 3-Step, da Clinique (nunca falta, tenho tamanho normal, versão mini para viagem e comprei a masculina pro marido = AMO!). 


Máscara de cílios da Maybelline

Apesar de não serem caras aqui no Brasil, fora elas custam bem menos e como são ótimas, sempre acabo comprando em supermercado ou farmácia quando viajo. Desse viagem ao Chile acabei não trazendo para tentar usar as que tenho até o fim, pois minhas máscaras acabam ressecando por falta de uso (ou excesso de quantidade), mas são um ótimo investimento de viagem.

Bebidas

Dependendo do local, muda o meu foco, mas nos mercados de fora comprar vodca, uísque, tequila e vinha costuma ser mais barato. É claro que no México a mala veio com mais tequilas, na Argentina focamos nos vinhos, mas as bebidas em geral são mais baratas.
Só pra exemplificar, compramos uma garrafa de Jack Daniels para compor nossa bandeja/bar em um Walmart de Playa del Carmen (México) e pagamos uns R$80! Sério!!


Molhos e geleias 

Apesar de o motivo da compra não ser exatamente o preço alto no Brasil, coloquei nessa listinha porque sempre tem algum ingrediente local que eu acabo experimentando e querendo trazer embora, geralmente são molhos e geleias locais que vem com a gente na mala e garantem o gostinho da viagem por algum tempo.
Do México trouxemos muitos e muitos tipos de pimenta (temos até hoje), da Argentina sempre os doces de leite, do Chile trouxemos geleia de framboesa e cada destino procuro uma coisa nova para trazer na mala.

E você o que sempre compra quando viaja?

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{Diário de Viagem} Nosso roteiro de 4 dias em Santiago

8 de setembro de 2016

Como eu já contei aqui, meu marido e eu estivemos em Santiago no início de agosto para miniférias (e comemorar nosso primeiro aniversário de casamento), aproveitando 4 dias completos por lá com um roteiro que foi super proveitoso e suficiente para conhecer o principal da cidade.


Nossa viagem começou em Florianópolis, de onde saímos às 19h com destino à Guarulhos. De lá, partimos quase meia-noite para Santiago.

Dia 01 (Quarta-feira) 

Chegamos no aeroporto de Santiago por volta de 3h e assim que pegamos as malas fomos em busca de transfer para o apart. Pesquisei em alguns balcões e logo decidimos pela Delfos, pagando $6.900 por pessoa (cerca de R$38) em uma van coletiva. Levamos uns 30 min do aeroporto até o hotel, localizado no centro da cidade.

Acordamos pelas 9h e saímos em busca de café da manhã (optamos pela reserva sem café da manhã, pois o café do apart não tinha recomendações muito boas no TripAdvisor), chegando no Starbucks depois de umas 4 quadras.

Próximo passo foi trocar dinheiro, o que fizemos na Rua Agustinas, e seguimos caminhando até a Plaza Conztituicion, onde fica o Palacio de La Moneda, sede do governo e onde acontece, em dias alternados, a troca de guarda. (Antes de ir, verifique se no dia da sua visita haverá troca de guarda nesse link).

Continuamos nosso roteiro à pé pelo centro, fomos até o Palácio da Justiça e chegamos à Plaza de Armas, que é o marco zero de Santiago e local onde está a lindíssima Catedral Metropolitana.

{Diário de Viagem} Dicas gerais: que você precisa saber antes de ir para Santiago

24 de agosto de 2016

 Créditos da foto: @leosvalle
Voltei!!! No meio desse tempo longe do blog eu tirei mini férias com o marido e fomos conhecer a cidade de Santiago, no Chile.

Organizar uma viagem é pra mim das coisas mais divertidas de se fazer e eu amo ler diários de viagem pela internet, especialmente quando me deparo com dicas reais (detesto roteirinho no estilo pacote turístico de excursão).

Viajamos pro Chile depois de eu ter lido muito sobre o local e os passeios, mas foi um dos destinos mais complicados para encontrar informações atuais e dicas que fugissem do lugar comum.

Por isso resolvi contar pra vocês como foi a nossa viagem, nosso roteiro, quanto custa passear por lá e trazer todas as dicas que coletei por lá. Está pensando (ou sonhando) com um passeio por Santiago? Então vem comigo que eu tenho muito pra te contar.

Nesse primeiro post trago um pouquinho das dicas gerais sobre a cidade de Santiago, sobre a organização da viagem e alguns pontos que você precisa saber antes de ir ao "sul do mundo".

A viagem

Nosso voo partiu de Florianópolis, fizemos uma escala rápida em São Paulo (Guarulhos) e seguimos para Santiago. Na volta, fizemos o caminho inverso, mesma escala. Voamos com a Latam e não tivemos problema com atraso de voo, tudo correu muito bem.
Ah, Guarulhos é o ponto principal de partida dos voos para Santiago e esse trecho leva em cerca de 5 horas.

O transporte

O traslado entre aeroporto e hotel fizemos com uma empresa de transfer que nos cobrou 6.900 pesos por pessoa em van coletiva, mas a viagem é super rápida, em cerca de meia hora estávamos no hotel.
Já na cidade utilizamos metrô e Uber apenas. O metrô tem tarifas diferentes conforme o horário (fora do horário do rush custava 660 pesos o passe)  e você ainda precisa adquirir a tarjeta Bip (cartão do metrô) por 1.500 pesos para poder utilizar o metrô.
O Uber funciona super bem por lá, apesar de ter a mesma resistência dos taxistas que acontece no Brasil. O valor é parecido com o daqui e, é claro, mais barato que táxi.
O único passeio de excursão que fizemos foi o transfer até as estações de esqui, que adquirimos de um dos muitos vendedores de excursões que nos abordaram, e que estava com preço ótimo em comparação aos demais (pagamos $15.000,00 por pessoa, enquanto a média era $25.000,00).
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